Rob Machado lança novo filme depois do sucesso The Drifter
Rob Machado fala sobre seu novo filme, Melali: The Drifter Sessions. Logo, logo estará no Brasil, já foi lançado nos EUA e está a caminho pro Brasa.
Rob deixou a Indonésia mais uma vez. Largou sua motocicleta no The Balcony e voou de volta para a America para mais uma tour com Taylor Steele. É como um flashback, só que agora um pouco diferente. Sem stress. Sem roteiro. Sem cobranças. O novo filme de Rob é puro surf, e com uma trilha muito groovy que Machado escolheu a dedo. O filme é simples – assim como surf deve ser.
SW: Um ano depois, como foi a repercussão do The Drifter?
RM: Eu acho que os superhardcore fãs de surf ficaram um pouco desapontados com a quantidade de cenas de surf do filme. Mas a sacada não era fazer um filme hard-core como “Modern Collective” (Filme de Taylor Steele). O negócio era fazer algo mais profundo mesmo. E percebi mais gente amarradona com o fato de não ser apenas mais um filme de surf. Eu tinha uma mensagem. Eu tinha uma missão. Daqui cinco ou dez anos eu vou ohar o filme e continuar amarradão.
SW: Vocês curtiram muito nessa tour de divulgação do filme?
RM: A tour correu muito bem. Minha ideia era criar uma atmosfera, sempre com elementos musicais. Mesmo quando eu estava sozinho, sentava no palco tocava pro pessoal do teatro em que o filme ia ser apresentado. Nos maiores eventos, a gente tinha a banda toda e tocávamos três ou quatro músicas enquanto a platéia se preparava.
Essa foi a ideia para criar o filme?
A primeira vez em que tivemos a banda completa, estávamos sentados no backstage e eu disse, “Hey, vamos tocar o nosso setlist durante os bônus do filme.” Então a gente executou a Idea e depois todo mundo se olhou e curtiu muito.
Foi complicado achar que tudo que “sobrou” do Drifter iria se perder?
Com certeza. Foi uma decepção. Trabalhar no The Drifter exigiu muito de muita gente, mas seria impossível colocar tudo em um filme só. Acho que foi Mike Losness que falou para o Taylor, “Cara, vocês precisam fazer algo com esse material todo que sobrou. Ele precisa ter uma vida.” Aí tivemos a ideia de criarmos a trilha sonora. Aluguei uma casa em um lugar isolado e nos reunimos para escrever as musicas. Quando tudo ficou pronto, gravamos e deu no que deu: a trilha de Melali.
Conte sobre sua relação com Jon Smift.
Jon me ensinou a tocar violão quando tinhamos 15 anos. Ele era o cara que vinha toda dia na minha casa para tocar.
Algum de nós já ouviu alguma música de Jon por aí?
No novo comercial da Corona (Cerveja gringa). “Run River”
Claro. Essa musica também está no Shelter, não é?
Sim, sim.
Qual a sua sessão predileta do filme?
Tenho muitas. Gosto de um com Dane Reynolds e Kelly Slater. E tem muita coisa boa com Kalani Rob e Losness em Uluwatu (Bali). O meu desejo era fazer um filme para o cara viciado em surf: só surf, música boa, e um monte de sessões iradas.
Entrevista traduzida do site: http://surfingworld.com.au

















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