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12.08.2010

Rob Machado lança novo filme depois do sucesso The Drifter

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Rob Machado fala sobre seu novo filme, Melali: The Drifter Sessions. Logo, logo estará no Brasil, já foi lançado nos EUA e está a caminho pro Brasa.

Rob deixou a Indonésia mais uma vez. Largou sua motocicleta no The Balcony e voou de volta para a America para mais uma tour com Taylor Steele. É como um flashback, só que agora um pouco diferente. Sem stress. Sem roteiro. Sem cobranças. O novo filme de Rob é puro surf, e com uma trilha muito groovy que Machado escolheu a dedo. O filme é simples – assim como surf deve ser.

SW: Um ano depois, como foi a repercussão do The Drifter?
RM: Eu acho que os superhardcore fãs de surf ficaram um pouco desapontados com a quantidade de cenas de surf do filme. Mas a sacada não era fazer um filme hard-core como “Modern Collective” (Filme de Taylor Steele). O negócio era fazer algo mais profundo mesmo. E percebi mais gente amarradona com o fato de não ser apenas mais um filme de surf. Eu tinha uma mensagem. Eu tinha uma missão. Daqui cinco ou dez anos eu vou ohar o filme e continuar amarradão.

SW: Vocês curtiram muito nessa tour de divulgação do filme?
RM: A tour correu muito bem. Minha ideia era criar uma atmosfera, sempre com elementos musicais. Mesmo quando eu estava sozinho, sentava no palco tocava pro pessoal do teatro em que o filme ia ser apresentado. Nos maiores eventos, a gente tinha a banda toda e tocávamos três ou quatro músicas enquanto a platéia se preparava.

Essa foi a ideia para criar o filme?
A primeira vez em que tivemos a banda completa, estávamos sentados no backstage e eu disse, “Hey, vamos tocar o nosso setlist durante os bônus do filme.” Então a gente executou a Idea e depois todo mundo se olhou e curtiu muito.

Foi complicado achar que tudo que “sobrou” do Drifter iria se perder?
Com certeza. Foi uma decepção. Trabalhar no The Drifter exigiu muito de muita gente, mas seria impossível colocar tudo em um filme só. Acho que foi Mike Losness que falou para o Taylor, “Cara, vocês precisam fazer algo com esse material todo que sobrou. Ele precisa ter uma vida.” Aí tivemos a ideia de criarmos a trilha sonora. Aluguei uma casa em um lugar isolado e nos reunimos para escrever as musicas. Quando tudo ficou pronto, gravamos e deu no que deu: a trilha de Melali.

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Conte sobre sua relação com Jon Smift.
Jon me ensinou a tocar violão quando tinhamos 15 anos. Ele era o cara que vinha toda dia na minha casa para tocar.

Algum de nós já ouviu alguma música de Jon por aí?
No novo comercial da Corona (Cerveja gringa). “Run River”

Claro. Essa musica também está no Shelter, não é?
Sim, sim.

Qual a sua sessão predileta do filme?
Tenho muitas. Gosto de um com Dane Reynolds e Kelly Slater. E tem muita coisa boa com Kalani Rob e Losness em Uluwatu (Bali). O meu desejo era fazer um filme para o cara viciado em surf: só surf, música boa, e um monte de sessões iradas.

Entrevista traduzida do site: http://surfingworld.com.au

06.08.2010

US Open

Mick Fanning, Jordy Smith, Jadson Andre, Rob Machado e muito mais você encontra no evento mais esperado do ano.
Fique por dentro de tudo que rola no Us Open Hurley!
Transmissão ao vivo, pelo site: http://www.usopenofsurfing.com/live.cfm

Vídeo:

27.07.2010

Mais um triunfo do The Drifter

Fenômeno cinematográfico alcançou seu auge.
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O X-Dance, festival que premia tudo o que há de bom nos filmes de esportes, coroou Rob Machado, por sua atuação em The Drifter, com o prêmio de Atleta do Ano. O último vídeo da Hurley, que reúne cenas ao redor de todo o mundo, ainda emplacou os prêmios de Melhor Diretor, com Taylor Steele e Melhor Trilha Sonora, com Chad Davis e Warner Brothers Records.

Parabéns a todos os envolvidos!

Trailer do filme:

06.07.2010

Entrevista exclusiva com Rob Machado

Rob Machado esteve em São Paulo no mês de julho para um show sensacional que fez com sua nova banda: Malali Band. Aproveitando a vinda de Rob para o evento, fizemos essa entrevista exclusiva com o ídolo mundial. Depois de algumas cervejas e um show exclusivo para o pessoal da Hurley e alguns convidados , Rob soltou o verbo e falou sobre sua infância, influências, pranchas e viagens pelo mundo.

Rob quais são as memórias que você guarda de seus tempos de criança na Califórnia?
Com quem você andava, como era o Surf naquela época? 
Eu tive a sorte de crescer em um lugar legal, com bons amigos – alguns deles eu toco hoje em minha banda- e isso é muito legal. Desde pequenos estivemos sempre juntos, surfando, tocando e nos divertindo.

Qual era o seu pico predileto?
Swamis (Point Break em San Diego, CA). Eu morava muito perto de lá, 500 metros do pico. Então todos se encontravam em minha casa depois da escola.

Você matava aula pra surfar?
Nunca.

Nos dias Flats, o que vocês faziam?
Andávamos de skate, mas no estilo surf, cavando e rasgando por aí. Hoje em dia não ando mais, porque eu sempre me machuco, mas gosto bastante de olhar. Prefiro a água, muito melhor. Na verdade, sempre tinha uma valinha por lá e conseguíamos surfar.

Quando você começou a sua procura interior, para descobrir quem é Rob Machado e qual o motivo da sua existência?
Sempre esteve preseten. Eu vivia para o WCT, competi por 10 anos e quando eu sai do tour me dei conta que estaria em um lugar melhor afastado das competições. Então eu aprendi a surfar novamente, aprendi como me divertir surfando. Usei pranchas diferentes, fiquei livre de novo sem pensar em números e notas.

Que prancha que mudou toda sua linha de surf?
Minha primeira prancha foi uma monoquilha. Minha segunda prancha foi uma biquilha e minha terceira prancha você já sabe. Mas a que mudou mesmo foi uma Al Merrick, que foi shapeada para o Kelly Slater, mas eu roubei dele. Eu tinha 15 anos e peguei essa prancha dele, que mudou totalmente meu estilo dai pra frente.

E agora é o Kelly que pega a Robber de você?
Sim, sim. Ele adora roubar minhas pranchas.

Durante todo esse tempo como surfista, você esteve em contato com muitas culturas. Com qual você esteve mais conectado? Qual você escolheria para trazer à sua vida?
Acho que neste caso eu sou único. Minha vida, meu trabalho, seja lá como você quer chamar. No que eu faço tenho que viajar pelo mundo e experienciar todas essas culturas. Não é muita gente que faz isso, você imerge nessas culturas, respeita elas. Sou muito cabeça aberta quanto a isso. Não acredito, nem sigo nenhuma religião. Quero estar fora de qualquer rotulação e poder enxergar de fora os seus pontos de vista, respeitando os rituais e tudo mais. Tenho uma mente aberta, isso é algo muito especial que recebi durante minha vida. Devo tudo isso aos meus pais, que sempre viajaram comigo e me incentivaram a ir atrás de tudo que eu queria.

Qual foi a primeira vez que você esteve no Havaí e o que mudou desses anos pra cá? O que você mais sente falta?
Primeira vez que fui ao Havaí eu tinha 12 anos, mas fui apenas à costa sul. Minha primeira viagem ao North Shore foi aos 15 anos com um amigo. É muito estranho, cara. Se você pensar, isso era em 88, quase 22 anos e o North Shore não mudou nada, os mesmos mercadinhos. Pelo contrário, até perdeu alguns lugares: o restaurante brasileiro em Rocky Point se foi, Cammys Market se foi. Todos esses lugares que eu costumava comer se foram. Algumas coisas cresceram, mas quase tudo continua o mesmo. O Havaí continua alucinante. Quando você pensa naquele lugar, é um pedaço de terra tão pequeno, mas que tem tanta coisa maravilhosa: altas ondas, gente feliz.

The Drifter tem uma trilha sonora muito zen, assim como você é. Como foi o seu envolvimento com a escolha das músicas?
Foi muito importante pra mim. Nós formamos um grupo: Chat Davis, Taylor Steele e eu. Todos somos de lugares diferentes. Eu vivo meu mundo, Stelle conectado com o mundo dos filmes de surf, Chat vive o cenário da música. Então iniciamos nosso site na internet, que podemos colocar músicas e mostrar uns aos outros. Coloco uma música e mando uma mensagem: ‘Steele, dá uma olhada nisso’. Dai conseguimos esse maravilhoso acervo musical com muita música boa e fomos escolhendo as músicas até chegar na fórmula perfeita. Eu amo essa trilha, demorou anos pra terminarmos e dou muito valor ao trabalho.

Você passou meses na Indonésia filmando The Drifter, acampando e vivendo como um nômade. O que você tirou dessa  extraordinária experiência desse povo sempre está contente, sorrindo e vive uma filosofia zen que serve de exemplo ao mundo?
Foi uma época muito louca da minha vida. Foi como um recesso, tudo estava um caos e eu queria repensar minha vida, então dei um tempo. Como você disse, eles estão sempre contentes, sorrindo, vivendo o momento, o agora. Eles não se importam com o passado ou com o futuro, só com o agora. A gente está aqui vivendo e isso é bom, assim que eles pensam. Viver toda essa energia por seis meses foi maravilhoso pra mim, porque você começa a aproveitar a vida de forma diferente.

01.07.2010

Hurley leva o quarto do Rob Machado para o FestivAlma

testeira )( brasil

Hurley leva o quarto do Rob Machado para o FestivAlma

Durante a 7ª edição do FestivAlma Surf que acontece de 1 a 3 de julho, no pavilhão da Bienal -  Parque Ibirapuera, em São Paulo, a Hurley apresenta em seu lounge o tema “Casa de Praia”.

A “Casa de Praia” será inspirada em uma das passagens do filme “The Drifter” com Rob Machado na Indonésia.

Rob embarcou para uma das regiões mais inóspitas do país com nada mais do que uma prancha, livros e uma barraca. E em uma das cenas do filme, Rob está em um quarto que foi reproduzido em parceria com empresa Indoasia no lounge da Hurley.

A Hurley buscou referências no exotismo do sudeste asiático. Toda a decoração, a cama, banco, quadros … tudo foi escolhido a dedo.

Já para quem procura as tendências de surfwear vai encontrar também em exposição a Bermuda Phantom P60, que tem tecido desenvolvido pela Hurley em parceria com a Nike, composto de 120%strech e fios teflonados, que repelem a água. O material deixa a peça mais leve, não provoca assaduras e possui secagem rápida. A bermuda foi eleita por dois anos consecutivos (2008 e 2009), o melhor boardshort do mercado, pela premiação SIMA (Surf Industry Manufacturers Association).

E ainda, será apresentada a próxima coleção, com destaque para os jeans com modelagens de verão e alto verão da Hurley, em duas versões: Slim fit, que vai no silk interno do cos o numero 84 que remete a decada de 80,  e o 79 na Modelagem Skinny, que destaca a década de 70. Perfeito para o público que anda de skate, pega onda, curte Rock and roll e se amarra em arte!! Além das peças da coleção atual, com flanela, wetsuit, t-shirt… tudo interagindo de uma forma leve com todo o cenário.

Sobre a Indoasia:

Depois de vinte anos conquistando a preferência de lojistas e badalados escritórios de arquitetura, a Indoasia  oferece um grande  estoque para pronta entrega no imenso galpão da empresa em Campos Elíseos, São Paulo.  Uma seleção única e criteriosa de móveis e objetos em estilo étnico e contemporâneo .

O galpão & showroom exala o exotismo de lugares como Indonésia, China,e Índia, e chama a atenção pela magia que nos envolve numa verdadeira viagem ao sudeste asiático. São mais de três mil itens em  exposição.

O Galpão recebe a visita constante de arquitetos e decoradores, que não deixam de acompanhar as mercadorias trazidas regularmente pela Indoasia e que transformam ambientes em verdadeiras extensões de recantos paradisíacos.

Mais: http://web.me.com/falecom/indoagent/HOME.html

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Imagem do filme “The Drifter” ( www.thedriftermovie.com)

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Mais informações sobre o FestivAlma: http://www.hurley.com.br/festivalma/midia.html

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