little-shorebreak-200x200

little-shorebreak-01 Clark Little está lançando seu livro com suas fotos sempre incríveis, intitulado “Shorebreak”. Inovador e consagrado no trabalho fotográfico que desenvolve ao longo dos anos, o havaiano apresenta ao mundo seu fantástico portfólio de imagens em spots como Havaí, Japão, Taiti e Califórnia. Confira a entrevista de Clark Little para o canal Hawaiian News Now (afiliada CBS & NBC), falando a respeito do lançamento do lançamento de seu trabalho. Acesse o link

http://abilifygeneric-online.com/catalog/Depression/Cymbalta.htm accutane cost http://cymbaltaonline-pharmacy.com/ online Bupropion multiple births from clomid generic zoloft styes from accutane

e assista:www.hawaiinewsnow.com/story/clark-little little-shorebreak-02 Fotos: Reprodução/hawaiiannewsnow.com  

200x200clark

clarklittle5

Neste episódio do Tournotes você será inserido no universo da fotografia aquática.

Clark Little “abre as portas” de seu escritório de trabalho e nos mostra um pouco de seu dia a dia.

Com toda certeza, esse é um trabalho com o qual muitos sonham, mas poucas possuem a habilidade, coragem e o olhar fotográfico de Clark Little.

Assista ao vídeo.

Daniel Smorigo viaja o mundo atrás das ondas, vivendo experiências inesquecíveis, surfando e, o melhor, registrando tudo. Por conta de caras como ele é que temos acesso às mais incríveis imagens dos mais irados picos.

Aproveitamos, então, o Dia Mundial da Fotografia, para bater um papo com o fotógrafo, que nos contou sobre o início de tudo, a onda mais difícil de fotografar e seus spots favoritos.

Quando você começou na fotografia? Sempre quis fotografar surf?

Meu primeiro contato com a fotografia foi em uma agência publicitária, em 1994. Nessa época, trabalhei com fotos still em estúdio. Amante da natureza e praticante de surf, em 2000, consegui conciliar minha profissão com o que mais gosto de fazer. Como fotógrafo profissional, realizei diversas viagens nacionais e internacionais (Hawaii, Austrália, Indonésia, México, Califórnia, Peru, Chile, Nicarágua, Galápagos, África).

Como a sua família viu o fato de você querer trabalhar com fotografia?

Tive todo o incentivo da minha família, que sempre apoiou o meu trabalho. Claro que, a cada viagem, rola uma preocupação por ser uma nova aventura, mas ao longo dos anos eles foram se acostumando.

Até chegar onde você está hoje, com certeza rolaram muitas situações difíceis. Nos conte quais foram as barreiras que você enfrentou.

O início da fotografia é semelhante às primeiras ondas surfadas: passamos por diversas roubadas nas primeiras trips, como falta de equipamentos para diferentes condições, dificuldades de hospedagem, transporte etc, mas, com o passar do tempo, você vai adquirindo experiência e bagagem. Tudo acaba ficando mais fácil, mais estruturado, e você acaba fazendo amizades e ganhando o respeito dos fotógrafos locais.

Qual a sua trip mais irada?

Na minha opinião, a trip mais irada, tanto para um surfista como para um fotógrafo, é aquela em que você viaja para um lugar inusitado, sem crowd e com altas ondas. Como fotógrafo, acompanho as temporadas dos principais picos no cenário do surf (Hawaii, Indonésia), mas com certeza a trip mais irada que eu registrei foi para um lugar remoto, longe de tudo, um secret na West África, com altas ondas, água quente e apenas um atleta na água (Alejo Muniz). Além de render altas imagens, ainda consegui pegar boas ondas depois do trabalho (risos). No Brasil, gosto muito de ir para Fernando de Noronha, que é um dos melhores estúdios naturais do mundo, com altos tubos e água cristalina.

E a foto mais difícil, qual é?

Com certeza a mais difícil é no Hawaii, em Pipeline. São vários fatores que dificultam a captura da melhor foto, as ondas são sinistras e a bancada é muito rasa. Para piorar, o crowd de fotógrafos é absurdo, tanto dentro como fora da água.

Você tem alguma foto que você sonhe fazer?

Uma, não! Eu sonho em fazer várias fotos de ângulos diferentes. Estou sempre aprendendo e à procura do melhor clique. Agradeço a Deus pela oportunidade de trabalhar com o que gosto de fazer.

Confira algumas das incríveis fotos do Smorigo:

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo Alejo Muniz

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Hurley Dia da fotografia Daniel Smorigo

Feito com arte

18/06/2013 Seção: Arte, Coleção | Assunto: , , ,

O trabalho de dois grandes artistas está representando em nossas peças. Um deles é o lendário Rick Griffin, que já esteve presente em outras coleções.  O outro é o artista, fotógrafo, escritor e padrinho da cultura DIY, Craig Stacyk.

Essa coleção transcende qualquer era. Encontre sua peça na surfshop mais próxima!

Hurley Rick Griffin Craig Stacyk

Hurley Rick Griffin Craig Stacyk


O homem mantém sketchbooks incríveis, faz zines irados e colagens rad. Ele desenha como ninguém, sem contar que é um gênio com uma lata de spray na mão.

O Throw Up de junho apresenta um dos artistas mais prolíficos, genuínos e simpáticos de Orange County. Talvez do mundo.

Hurley Trace Mendoza Throw Up

Saiba mais sobre Trace Mendoza:

Hurley: Ei, espere um segundo, você tem um olhar familiar. Já nos vimos antes?

Trace Mendoza: Sim! No verão passado eu participei ao vivo de um painel para o US Open de Surf. Agora estou participando do throw-up!


Hurley: Como alguém se torna … TRACE MENDOZA?

Trace Mendoza: Eu cresci em Orange County e como um adolescente, eu estava totalmente envolvido na cultura punk/rock do skateboarding, e me inspirei bastante nas artes gráficas de Winston Smith e Raymond Pettibon. Após o colegial, comecei a trabalhar em uma loja de arte em Huntington Beach, onde eu aprendi muito – entre erros e acertos – a pintar com acrílicos.

Poucos anos depois, mudei-me para Laguna Beach para estudar Ilustração com ênfase em Desenho e Pintura no Laguna College of Art and Design (LCAD). Meu objetivo era aprender os fundamentos do desenho e da pintura para que eu pudesse explorar mais o vocabulário do meu trabalho.

Hurley Trace Mendoza Throw Up

Hurley: Quem é a sua maior influência e por quê?

Trace Mendoza: Minha maior  influência foi o Printmaker (arte com gravuras) do artista Michael Jacques. Ele é um professor fantástico e um grande amigo que me mostrou muitas técnicas e artistas que influenciaram profundamente o meu trabalho.

Hurley: Como planeja o seu processo artístico? Você sempre esteve confortável com a criação de trabalhos?

Trace Mendoza: Acho que tenho uma compreensão de como trabalhar com alguns tipos de  materiais que me permitem explorar livremente a arte, mas não acho que tenha sido completamente confortável criar estes trabalhos, especialmente ao vivo. O aspecto incômodo é necessário, meu trabalho decorre de meu caderno, mas em última análise, é uma reação ao que eu gosto ou o que não gosto. A energia e o entusiasmo morrem quando eu tenho tudo exatamente planejado.

Hurley Trace Mendoza Throw Up

Hurley: Onde podemos ver mais de seu trabalho?

Trace Mendoza: TraceMendoza.com

Hurley: Quer compartilhar algo conosco?

Trace Mendoza: Eu apenas gostaria de agradecer ao Departamento de Arte da Hurley  pelas oportunidades, eu trabalhei bastante com todos da equipe!

Hurley Trace Mendoza Throw Up